A incidência de cancro de pele tem aumentado nas últimas décadas, bem como o seu aparecimento em idades cada vez mais jovens.
Os dois tipos de cancro de pele não-melanoma mais comuns são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, mas o melanoma maligno é responsável por cerca de 2/3 das mortes por cancro da pele. No que diz respeito ao melanoma, pela sua potencial gravidade, o melhor é mesmo a prevenção e o diagnóstico precoce. Assim, no mês de maio assinalamos o Mês para a Prevenção e Sensibilização para o Melanoma.
Quais os fatores de risco?
Exposição solar cumulativa (profissões ao ar livre), intermitente e intensa (férias ou lazer); frequência de solários; antecedentes de queimaduras solares na infância ou adolescência; fototipo baixo (pele e olhos claros, “sardas”); elevado número de “sinais” (ou nevos); história pessoal/familiar de cancros de pele e imunossupressão por doenças ou tratamentos médicos.
Como examinar a pele?
É normal ter sinais e manchas, e a maioria não têm risco. Deve examinar a sua pele uma vez por mês para detetar sinais ou manchas que sofreram alterações. Valorize também sinais que apareceram de novo e são diferentes dos outros!
A regra ABCDE pode ser usada para o autoexame:
E o que pode fazer para minimizar o risco de desenvolver cancro da pele?
Deve proteger a pele e evitar as queimaduras solares, evitando as horas com mais radiação UV (11h-16h30). Aplicar corretamente o protetor solar 20-30 minutos antes de sair de casa, com fator de proteção ≥ 30, idealmente 50+, e repetir a aplicação de 2/2h, sempre que transpirar em excesso ou sempre que vai à água.
Proteja-se, protegendo a sua pele e a das crianças!
Na dúvida, consulte o seu Dermatologista!

Dermatologista
Partilhar
(Chamada para rede fixa nacional)