O Dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher é uma data que simboliza a luta pela igualdade, pelos direitos e pelo reconhecimento do papel essencial das mulheres na sociedade. Para além da celebração das conquistas alcançadas, este dia convida também à reflexão sobre os desafios que ainda persistem. É fundamental destacar a importância da saúde da mulher, promovendo a prevenção, o rastreio, o acesso a cuidados de saúde de qualidade, e o apoio à saúde mental e reprodutiva. Garantir a saúde feminina é promover bem-estar e qualidade de vida.
No seguimento desta reflexão, é igualmente importante dar destaque às doenças mais prevalentes nas mulheres. Entre as principais destacam-se as doenças cardiovasculares, que continuam a ser uma das maiores causas de mortalidade feminina, o cancro da mama, que é o mais frequente nas mulheres, seguido do cancro do colo do útero, ambos com forte impacto na qualidade de vida, na saúde reprodutiva e na mortalidade feminina, especialmente quando diagnosticados em fases avançadas. A nível metabólico, a diabetes e a obesidade representam fatores de risco importantes. São também comuns a osteoporose, especialmente após a menopausa, e as doenças autoimunes, como o lúpus e a artrite reumatoide.
Adotar hábitos alimentares saudáveis e consistentes é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças e promover o bem-estar ao longo da vida. Mais do que dietas restritivas, o foco deve estar em padrões alimentares equilibrados e sustentáveis.
Neste sentido elencamos algumas recomendações alimentares a adotar:
A adoção de um estilo de vida saudável, com destaque para a dieta mediterrânica, assume um papel fundamental na prevenção de diversas patologias, nomeadamente as prevalentes nas mulheres, como o cancro da mama, doenças cardiovasculares, osteoporose, diabetes e anemia. Aliar uma alimentação equilibrada à vigilância médica e à prática de exercício físico é essencial para promover qualidade de vida, bem-estar e longevidade.
Serviço de Nutrição
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(Chamada para rede fixa nacional)